quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Sem Hugo Chávez, Venezuela vê declínio de influência regional
Para analistas, problemas na transição política e na economia podem fazer Caracas passar de polo de poder a palco de nova crise latino-americana.
Com a doença do presidente Hugo Chávez e as incertezas sobre os rumos da política e da economia venezuelanas, Caracas deve assistir a uma aceleração do declínio de sua influência na América Latina, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.
E para alguns, dificuldades na transição política em um eventual afastamento permanente de Chávez podem até fazer o país passar de um polo de poder regional para centro de uma nova crise política latino-americana.
Até 2011, Chávez conseguiu expandir a influência da Venezuela na América Latina de duas maneiras, como explicam Carlos Romero, autor de Jugando con el globo: la política exterior de Hugo Chávez ('Brincando com o globo: a política exterior de Hugo Chávez', em tradução livre), e Francine Jácome, do Instituto Venezuelano de Estudos Sociais e Políticos (IVESP).
Primeiro, ele fez uso do que ficou conhecido como 'diplomacia do petróleo': a venda subsidiada de petróleo venezuelano a países menores da região, principalmente na América Central e Caribe, com o objetivo de conquistar o apoio político desses países.
Segundo, esteve à frente ou teve um protagonismo importante em uma série de inciativas políticas e esquemas de integração regional, tais como a Aliança Bolivariana para as Américas (Alba - um bloco de forte viés ideológico, liderado pela Venezuela) e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
Foi Chávez quem propôs o chamado Banco do Sul, o fundo monetário da Unasul, por exemplo. E ele também vinha se empenhando para levar adiante projetos como o Gasoduto do Sul e a criação da Petroamerica, uma união de petrolíferas estatais.
Por volta de 2010, houve até quem visse na Venezuela um potencial rival do Brasil na busca por uma liderança regional - embora autoridades brasileiras e venezuelanas negassem qualquer rivalidade.
Dificuldades
Para Jácome, porém, hoje há obstáculos importantes em ambas as linhas de ação externa venezuelanas.
'De um lado, a possibilidade de a Venezuela usar o petróleo como instrumento de política diplomática é cada vez menor em função da estagnação da produção (da estatal petrolífera PDVSA) e das incertezas em relação à economia do país', diz.
Em 2005, a PDVSA produzia 3,27 milhões de barris diários (mbd) de petróleo e sua meta era chegar aos 5,8 mbd em 2012. A meta foi mais tarde revista para 3,50 mbd. Mas em setembro, não passava dos 3,13 mbd - menos, portanto, que em 2005.
O PIB (Produto Interno Bruto) da Venezuela cresceu 5,5% em 2012, mas segundo Jácome tal expansão foi puxada por uma forte alta dos gastos do governo no período que antecedeu as eleições presidenciais de outubro.
Um aumento do déficit fiscal (que, segundo a consultoria Economática seria de 15%, maior que o de países em crise como Espanha, Portugal e Grécia) e a queda do nível das reservas do país indicariam limites na capacidade do governo manter esse ritmo de crescimento - e também em seu poder de atrair o apoio dos vizinhos com benesses econômicas.
Saída de Chávez
'Do outro lado, ainda que o presidente venezuelano tenha apontado como sucessor o (vice-presidente Nicolás) Maduro, que circula bem entre líderes estrangeiros por seu trabalho como chanceler, é difícil pensar que ele ou qualquer outra figura do governo tenha a mesma capacidade de liderança e avance com o mesmo empenho nessas iniciativas internacionais e em uma política externa expansiva', diz Jácome.
'Problemas econômicos e políticos internos devem manter qualquer um que venha a suceder Chávez com os olhos dentro da Venezuela, não fora.'
Para Carlos Romero, nos últimos anos alguns aliados de Caracas já têm procurado se afastar de posições de Chávez vistas como radicais - por exemplo, seu discurso antiamericano e anticapitalista e apoio a países como Líbia e Síria. Uma eventual saída de cena do atual presidente, portanto, apenas aceleraria esse processo de retração da liderança regional venezuelana.
Romero menciona os casos do presidente peruano, Ollanta Humala, e do salvadorenho Maurício Funes, que segundo ele procuraram evitar uma associação com o venezuelano em suas campanhas e após serem eleitos.
'No caso dos países relativamente pequenos, houve um esforço para diversificar a economia e reduzir qualquer dependência da ajuda e do petróleo venezuelanos', acredita Romero. 'Até Cuba hoje está aumentando o comércio com países como a China, Argélia, Vietnã e México, enquanto as trocas com a Venezuela permanecem estáveis.'
Transição política
No último ano, por causa das complicações geradas por um câncer na região pélvica, Chávez já não compareceu a nenhum encontro regional fora da Venezuela.
Em dezembro, o líder venezuelano foi a Cuba para submeter-se a sua quarta cirurgia, mas antes indicou Maduro como seu sucessor, caso sua saúde o impeça de assumir um novo mandato.
A posse do presidente, que desde então não aparece em público, está prevista para o dia 10 (quinta-feira). Mas a incerteza sobre sua capacidade de comparecer à cerimônia - ou governar depois disso - está gerando grande apreensão na Venezuela.
A oposição diz que, se Chávez não aparecer no dia 10, deve ser acionado o dispositivo constitucional que prevê que, caso o presidente não tome posse, o Parlamento precisa declarar sua ausência temporária e uma equipe médica deve avaliar se ele tem condições de governar.
Nesse cenário, a Presidência seria assumida interinamente pelo presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, e, havendo uma negativa da equipe médica, novas eleições seriam convocadas.
O governo, porém, defende que, como Chávez já era presidente, há uma 'continuidade' no governo, o que dispensaria a 'formalidade' da posse. No caso, não haveria eleições e Maduro assumiria caso Chávez não pudesse governar.
Envolvimento regional
Para Fernando Gerbasi, ex-embaixador da Venezuela no Brasil, hoje diretor da Área de Relações Internacionais do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Metropolitana, em Caracas, nesse segundo cenário, a oposição atuaria no sentido de tentar fazer a disputa escalar para uma crise de repercussões regionais, como a do Paraguai.
Gerbasi ressalta que líderes opositores já prometeram fazer protestos e enviar representantes a países estrangeiros para denunciar o que eles consideram que seria uma possível violação da Constituição venezuelana.
'Estamos nos preparando para recorrer a instâncias, países, embaixadas e organizações para que eles saibam que estão desrespeitando a Constituição (venezuelana)', disse o deputado opositor Júlio Borges à TV Globovisión.
Para Gerbasi, países como México, Brasil, Chile, Honduras e Panamá são possíveis alvos para a campanha da oposição. Outros como Bolívia, Argentina e Equador são aliados tradicionais do governo venezuelano e provavelmente se alinhariam com as decisões de Caracas.
'Esse cenário de crise é o mais drástico, mas nesse momento nada pode ser descartado', diz o ex-diplomata.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Corpo de noivo que caiu sobre copo no Rio de Janeiro é velado em Manaus (Postado por Lucas Pinheiro)
Desde a madrugada desta quarta-feira (21), amigos e familiares do sargento da Marinha, Fábio dos Santos Maciel, que morreu na segunda-feira (19) durante a festa do próprio casamento, no RJ, se despedem do ex-militar. O corpo está sendo velado na casa da família dele, na Zona Oeste de Manaus. O sepultamento será realizado nesta quinta-feira em local ainda a ser definido.
Fábio Maciel morreu aos 33 anos, após cair sobre a tulipa de vidro que tinha no bolso. De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, um dos cacos de vidro cortou a veia femoral do noivo, que já chegou morto ao Hospital municipal Paulino Werneck, na Ilha, por volta de 2h30.
O primo do sargento, Alan Maciel, de 29 anos, que participou da cerimônia de casamento e chegou a poucas horas em Manaus, disse que a família lamenta a perda. "Ele era mais que um primo, era um irmão. Dias antes do casamento, eles [ sargento e a esposa] ficaram na minha casa na Ilha do Governador. Minha mãe foi a madrinha do casamento", disse ele.
Alan Maciel contou ao G1 que a festa de casamento foi emocionante e que o sargento agradeceu muito a presença da família. "Ele era muito querido e apesar de morar longe, fazia questão de manter contato com a família", contou.
"Colocar taça no bolso é uma tradição dos fuzileiros. Ele era muito brincalhão e acabou morrendo durante uma brincadeira", disse André Alexandre, 34, que também é primo do noivo.
O velório de Fábio Maciel está restrito à família e a imprensa não teve acesso ao local. Ainda segundo o primo, a mãe do sargento e a esposa dele, que também veio a Manaus para o enterro, não querem falar sobre o caso.
Fábio Maciel morreu aos 33 anos, após cair sobre a tulipa de vidro que tinha no bolso. De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, um dos cacos de vidro cortou a veia femoral do noivo, que já chegou morto ao Hospital municipal Paulino Werneck, na Ilha, por volta de 2h30.
O primo do sargento, Alan Maciel, de 29 anos, que participou da cerimônia de casamento e chegou a poucas horas em Manaus, disse que a família lamenta a perda. "Ele era mais que um primo, era um irmão. Dias antes do casamento, eles [ sargento e a esposa] ficaram na minha casa na Ilha do Governador. Minha mãe foi a madrinha do casamento", disse ele.
Alan Maciel contou ao G1 que a festa de casamento foi emocionante e que o sargento agradeceu muito a presença da família. "Ele era muito querido e apesar de morar longe, fazia questão de manter contato com a família", contou.
"Colocar taça no bolso é uma tradição dos fuzileiros. Ele era muito brincalhão e acabou morrendo durante uma brincadeira", disse André Alexandre, 34, que também é primo do noivo.
O velório de Fábio Maciel está restrito à família e a imprensa não teve acesso ao local. Ainda segundo o primo, a mãe do sargento e a esposa dele, que também veio a Manaus para o enterro, não querem falar sobre o caso.
sábado, 3 de novembro de 2012
Três dias após temporal, 400 pontos de Manaus seguem sem energia (Postado por Lucas Pinheiro)
Devido à tempestade da última terça-feira (30), a Amazonas Energia teve registro recorde de ocorrências, ocasionando um congestionamento nas ligações. De acordo com a empresa, cinco mil casos foram registrados, número superior à média, de 400 ligações.
Nesta sexta-feira (2), três dias após o temporal, a concessionária informou que nenhum bairro inteiro ficou sem energia. No entanto, cerca de 590 ocorrências em pontos da cidade (residências, comércios ou ruas) ainda estavam pendentes, segundo a assessoria da empresa. Para tentar resolver o problema, foi pedido um reforço de equipes vindas de vários departamentos da capital e do interior.
Até o início da noite desta sexta-feira (2), a empresa contabilizava o total de 400 ocorrências pendentes no Centro de Operação da Distribuição (COD). As áreas que ainda apresentavam o maior número de ocorrências eram: Alvorada, Tarumã, Compensa, Nova Esperança, Santa Etelvina, São José, Adrianópolis e Cachoeirinha.
Ainda de acordo com a assessoria, a empresa ainda não calculou o prejuízo com o desastre natural. A empresa afirmou ainda que não sabe quando a situação será totalmente normalizada na cidade, apesar de na quinta-feira (1) ter anunciado o restabelecimento total do sistema até o sábado (2).
Descartado 'apagão' durante Enem
A Amazonas Energia anunciou ainda, nesta sexta-feira (2), trabalho para que nenhuma escola sofra com falta de energia elétrica durante a aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste fim de semana.
Em nota, a empresa informou que irá cancelar as interrupções de rotina para a manutenção do sistema de rede programadas para este fim de semana. Além disso, a concessionária garantiu ainda que todas as escolas que sofreram com problemas de energia por causa da tempestade de terça-feira (30) já receberam a visita da empresa e o sistema foi normalizado.
Nesta sexta-feira (2), três dias após o temporal, a concessionária informou que nenhum bairro inteiro ficou sem energia. No entanto, cerca de 590 ocorrências em pontos da cidade (residências, comércios ou ruas) ainda estavam pendentes, segundo a assessoria da empresa. Para tentar resolver o problema, foi pedido um reforço de equipes vindas de vários departamentos da capital e do interior.
Até o início da noite desta sexta-feira (2), a empresa contabilizava o total de 400 ocorrências pendentes no Centro de Operação da Distribuição (COD). As áreas que ainda apresentavam o maior número de ocorrências eram: Alvorada, Tarumã, Compensa, Nova Esperança, Santa Etelvina, São José, Adrianópolis e Cachoeirinha.
Ainda de acordo com a assessoria, a empresa ainda não calculou o prejuízo com o desastre natural. A empresa afirmou ainda que não sabe quando a situação será totalmente normalizada na cidade, apesar de na quinta-feira (1) ter anunciado o restabelecimento total do sistema até o sábado (2).
Descartado 'apagão' durante Enem
A Amazonas Energia anunciou ainda, nesta sexta-feira (2), trabalho para que nenhuma escola sofra com falta de energia elétrica durante a aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste fim de semana.
Em nota, a empresa informou que irá cancelar as interrupções de rotina para a manutenção do sistema de rede programadas para este fim de semana. Além disso, a concessionária garantiu ainda que todas as escolas que sofreram com problemas de energia por causa da tempestade de terça-feira (30) já receberam a visita da empresa e o sistema foi normalizado.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Teto desaba, shopping no AM alaga e local é evacuado, dizem comerciantes (Postado por Lucas Pinheiro)
A tempestade que atingiu Manaus na noite desta terça-feira (30) também causou prejuízos ao Manauara Shopping, localizado na Zona Centro-Sul da cidade. Segundo relatos de pessoas que estavam no local, houve infiltração e parte de tetos em diversos pontos do shopping desabaram.
O vendedor Jon Racene, de 25 anos, afirmou que por volta das 21h20 começou a chover forte no shopping, e blocos de gesso caíram no quarto andar. "Começou a infiltrar o local e parte do teto de algumas lojas do piso Castanheiras e da garagem 06, próximo à saída da Avenida Recife, desabaram", disse.
Já a vendedora Deyna Sado, 29, afirmou que uma parte do teto de uma loja desabou e começou a jorrar muita água no local, "parecia uma cachoeira", relatou. Os seguranças do shopping orientaram que as lojas fossem fechadas imediatamente.
O aposentado Reinaldo Oliveira, de 47 anos, disse que o quarto andar estava muito alagado e ele não sabia o que estava acontecendo. "Eu vi muitas pessoas correndo, então me desesperei e comecei a seguir o fluxo", ressaltou.
De acordo com a assessoria do Manauara Shopping, em decorrência do temporal que aconteceu na noite desta terça-feira (30), houve queda de energia somente na loja Centauro, e uma parte do forro caiu. A assessoria afirmou ainda que não houve feridos.
O vendedor Jon Racene, de 25 anos, afirmou que por volta das 21h20 começou a chover forte no shopping, e blocos de gesso caíram no quarto andar. "Começou a infiltrar o local e parte do teto de algumas lojas do piso Castanheiras e da garagem 06, próximo à saída da Avenida Recife, desabaram", disse.
Já a vendedora Deyna Sado, 29, afirmou que uma parte do teto de uma loja desabou e começou a jorrar muita água no local, "parecia uma cachoeira", relatou. Os seguranças do shopping orientaram que as lojas fossem fechadas imediatamente.
O aposentado Reinaldo Oliveira, de 47 anos, disse que o quarto andar estava muito alagado e ele não sabia o que estava acontecendo. "Eu vi muitas pessoas correndo, então me desesperei e comecei a seguir o fluxo", ressaltou.
De acordo com a assessoria do Manauara Shopping, em decorrência do temporal que aconteceu na noite desta terça-feira (30), houve queda de energia somente na loja Centauro, e uma parte do forro caiu. A assessoria afirmou ainda que não houve feridos.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Artur Neto cai na dança em festa da vitória na Zona Norte de Manaus (Postado por Lucas Pinheiro)
Artur Neto (PSDB) comemorou a vitória nas eleições ainda na noite deste domingo (28), na Avenida Noel Nutels, bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, horas após o resultado que o elegeu o novo prefeito da capital amazonense, com 65,95% dos votos válidos. O vencedor do pleito discursou, abraçou o povo, e dançou forró na frente de partidários e populares que acompanharam a festa.
No discurso, Artur agradeceu à população pelos votos e reafirmou os compromissos de campanha. "No dia 1º de janeiro quero fazer minha posse na Avenida Eduardo Ribeiro, e reafirmar meus compromissos, principalmente com os camelôs, no meio deles. E digo aqui, que farei tudo o que puder em Manaus, e se não puder fazer algo, vou dizer olhando no olho", declarou.
O prefeito eleito destacou também as prioridades de sua administração. "Vamos combater o tráfico de drogas, porque queremos que os nossos jovens sirvam a sociedade e não aos traficantes. Vamos cuidar da mulher, porque não queremos que mais mulheres morram por não conseguir fazer uma mamografia", afirmou.
Artur aproveitou a ocasião para cutucar as investidas de Vanessa Grazziotin durante a campanha. "Veio ex-presidente, presidente, mas nós, com a força do povo, e pela vontade do povo, vencemos. O povo mostrou na urna o que considera melhor para a cidade", completou.
Um palco também foi montado na Avenida Itaúba, bairro Jorge Teixeira, para receber o novo prefeito, que após discursar na Cidade Nova seguiu para a Zona Leste.
No discurso, Artur agradeceu à população pelos votos e reafirmou os compromissos de campanha. "No dia 1º de janeiro quero fazer minha posse na Avenida Eduardo Ribeiro, e reafirmar meus compromissos, principalmente com os camelôs, no meio deles. E digo aqui, que farei tudo o que puder em Manaus, e se não puder fazer algo, vou dizer olhando no olho", declarou.
O prefeito eleito destacou também as prioridades de sua administração. "Vamos combater o tráfico de drogas, porque queremos que os nossos jovens sirvam a sociedade e não aos traficantes. Vamos cuidar da mulher, porque não queremos que mais mulheres morram por não conseguir fazer uma mamografia", afirmou.
Artur aproveitou a ocasião para cutucar as investidas de Vanessa Grazziotin durante a campanha. "Veio ex-presidente, presidente, mas nós, com a força do povo, e pela vontade do povo, vencemos. O povo mostrou na urna o que considera melhor para a cidade", completou.
Um palco também foi montado na Avenida Itaúba, bairro Jorge Teixeira, para receber o novo prefeito, que após discursar na Cidade Nova seguiu para a Zona Leste.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
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