terça-feira, 30 de abril de 2013

Polícia prende suspeito de cometer estupro e série de assaltos, no AM

Celulares levados de salão de beleza e uma moto foram recuperados.
Suspeito já tem passagem pela polícia por roubo ocorrido em 2009.

Tiago Melo Do G1 AM

Suspeito confessou assaltos, mas negou estupro contra mulher (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Suspeito confessou assaltos, mas negou estupro contra mulher (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Um homem de 29 anos suspeito de fazer arrastões, assaltar um salão de beleza e violentar uma funcionária do local foi conduzido ao 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP), nesta segunda-feira (29). Ele foi localizado no dia 21 de abril em via pública com ferimentos causados por balas de arma de fogo nas pernas. O infrator estava internado em um hospital da capital.

O delegado do 3º DIP, Abrahão Ferruya, disse que o homem praticou diversos crimes na cidade. Ele estava sendo investigado por suspeita de ter feito dois arrastões na Rua Coronel Conrado, bairro Petrópolis, e no bairro Coroado, Zona Leste, ambos no domingo, dia 21.

Ainda segundo o delegado, o homem também é suspeito de ter assaltado um salão de beleza da cidade. No dia 19 de abril, ele entrou no estabelecimento, localizado no bairro Japiim, Zona Sul, e, se passando por cliente, anunciou o assalto. Depois de trancar três funcionárias no banheiro, entre elas a proprietária do local, ele abusou sexualmente de uma das vítimas e depois fugiu.
O delegado informou que ele foi localizado depois de ligações anônimas. O infrator estava ferido na rua C-10 do Japiim, quando foi localizado. Com dois tiros nas pernas, ele foi socorrido e levado ao Hospital 28 de Agosto, onde ficou internado sob custódia da polícia. Com ele, a polícia apreendeu três celulares levados do salão de beleza e uma motocicleta. Ele usava um saco plástico para esconder a placa do veículo, conforme as investigações.
Ainda segundo o delegado, a polícia não tem informações sobre quem fez os disparos que atingiram o suspeito. O homem ficará detido no 3º DIP para que mais vítimas façam reconhecimento o homem. Depois, ele será levado para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus.
Suspeito utilizada saco plástico para esconder placa da moto (Foto: Tiago Melo/G1 AM)Suspeito utilizada saco plástico para esconder placa da moto (Foto: Tiago Melo/G1 AM)

Ao G1, o suspeito confessou a autoria dos assaltos, no entanto, negou que tenha abusado sexualmenete da funcionária do salão. "Pratiquei uns dez roubos e tenho a consciência limpa de não ter violentado ninguém", disse Luiz Aberto da Costa, que já tem passagem pela polícia por roubo praticado em  2009.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ministro do Esporte visita nesta quinta a Arena da Amazônia, em Manaus  


Nesta quinta-feira (18.04), o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, fará visita à Arena da Amazônia, em Manaus, acompanhado do governador do Amazonas, Omar Aziz, e do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto. Após a visita, marcada para as 10h, haverá coletiva de imprensa.

Um dos 12 estádios da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, a Arena da Amazônia já tem mais de 56% da obra executada. Com capacidade para 44 mil torcedores, o estádio tem entrega prevista para dezembro deste ano.

Serviço:
Visita do ministro do Esporte à Arena da Amazônia, em Manaus
Data: quinta-feira (18.04)
Horário: 10h
Ascom – Ministério do Esporte
Contato: Paulo Rossi – (61) 9672-1036

terça-feira, 16 de abril de 2013

Amazonino, âncora de programas eleitorais do PDT

Aproximadamente há duas semanas, o ex-prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PDT) criou uma página no Facebook intitulada ‘Amazonino Mendes II’ em que já começa confirmar para qual cargo vem nas eleições do ano que vem. Na página muitas pessoas já estão chamando Amazonino de ‘Governador’ e desejando sorte em sua nova caminhada.
Nesta segunda-feira (15) Mendes postou na página uma foto com a seguinte frase: “No estúdio gravando para o horário eleitoral do PDT-AM (Amazonino Mendes) Bom dia”, confirmando que será a estrela das inserções do PDT, visando as eleições de 2014. A publicação já foi compartilhada por várias pessoas e já possui mais de 100 curtidas.///Sara Matos - foto: Facebook

sábado, 13 de abril de 2013

Acaba na 2a.feira (15) prazo para enviar aos TREs lista de filiados

Os partidos políticos têm até a próxima segunda-feira (15) para encaminhar à Justiça Eleitoral, via internet, informações atualizadas sobre a relação de filiados. As informações enviadas serão divulgadas pela Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral (CGE), após o processamento dos dados.
Os 30 partidos com registro deferido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já enviaram as informações sobre a relação de filiados, conforme consulta realizada no sistema Filiaweb, aplicativo utilizado para disponibilizar os dados.
O prazo final para o envio das listas de filiados foi estabelecido pelo Provimento n° 10/2013 da CGE. A relação atualizada deve conter a data de filiação e o número dos títulos e das seções eleitorais em que os filiados às legendas estiverem inscritos.
O artigo 19 da Lei dos Partidos Políticos (Lei n° 9.096/1995) estipula que as legendas devem encaminhar as listas de seus filiados em abril e outubro de cada ano. Os dados devem ser disponibilizados por meio do sistema Filiaweb, que permite a interação on-line com o Sistema de Filiação Partidária.
Duplicidades
Após receber a relação dos filiados, a Corregedoria-Geral Eleitoral realiza o procedimento de identificação das duplicidades de filiação partidária, isto é, identifica as pessoas que estão ligadas a mais de uma legenda.
Aqueles que forem identificados como filiados a partidos diferentes serão notificados para informar à qual legenda estão efetivamente associados e comprovar eventual desfiliação que não tenha sido registrada pelo seu antigo partido. Os partidos também são notificados nos casos de dupla filiação. Em seguida, as relações oficiais de filiados são divulgadas na internet.
A legislação eleitoral determina que, se a relação de filiados não for enviada pelos partidos até o prazo fixado no provimento da CGE, a filiação constante na última relação remetida à Justiça Eleitoral permanecerá inalterada (parágrafo 1º do artigo 19 da Lei dos Partidos Políticos).
Filados até 2012
Ao todo, há no Brasil 15.126.364 filiados a partidos políticos. Esse dado foi calculado com base nas últimas relações enviadas à Justiça Eleitoral, em outubro de 2012, pelos 30 partidos registrados no TSE.
Consulte os filiados no Filiaweb.

segunda-feira, 25 de março de 2013

O QUE PUBLICAM, HOJE, OS PRINCIPAIS JORNAIS DO PAÍS 
LEIA A EDIÇÃO DO DIA EM QUE CLICAR NO LINK QUE FICA ABIXO DO NOME DE CADA JORNAL, ATUALIZADO AUTOMATICAMENTE, INDEPENDENTE DA DATA DESTA POSTAGEM:


JORNAL HOJE EM DIA - Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais;
Belo Horizonte, Uberlndia, Uberaba, Muria, Itauna, So Joo Del Rei, Montes Claros, Poos de Caldas, Passos ...

www.ejornais.com.br/jornal_hoje_em_dia.html



O DIA ONLINE

O DIA com últimas notícias do Rio, do Brasil e do mundo com fotos e vídeos. O que rola na vida das celebridades e no planeta bola. E muito mais: Economia ...

http://odia.ig.com.br/



ZERO HORA - Jornal do RS com notícias, esportes, colunistas e mais

No jornal Zero Hora você encontra as últimas notícias sobre esportes, economia, polícia, política, moda, cultura, colunistas e mais.

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/



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As principais notícias do dia e da semana estão agora na nossa capa! Jornal O Globo, a fonte de informação mais completa do Brasil

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CORREIO BRAZILIENE

Correio Braziliense é um portal de conteúdo. Todas as notícias da atualidade e uma cobertura completa de tudo que acontece no Distrito Federal.

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FOLHA DE S. PAULO - Jornal on-line com notícias, fotos e vídeos

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JORNAL DO BRASILNotícias.Vídeos e Fotos em Tempo Real

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jconline.com.br é o portal de notícias do Jornal do Commercio, o maior e melhor jornal de Pernambuco e do Nordeste do Brasil. Aqui você tem notícias atualizadas ...

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JORNAL DO COMMERCIO

Jornal diário tradicional do Rio de Janeiro, fundado em 1827 por Pierre Plancher. Notícias diárias locais, nacionais e internacionais. Conta com artigos, colunas ...

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Edsonpaim.com.br - Seu portal de notícias

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(Edson Nogueira Paim escreveu)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sem Hugo Chávez, Venezuela vê declínio de influência regional

Para analistas, problemas na transição política e na economia podem fazer Caracas passar de polo de poder a palco de nova crise latino-americana.




Com a doença do presidente Hugo Chávez e as incertezas sobre os rumos da política e da economia venezuelanas, Caracas deve assistir a uma aceleração do declínio de sua influência na América Latina, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.
E para alguns, dificuldades na transição política em um eventual afastamento permanente de Chávez podem até fazer o país passar de um polo de poder regional para centro de uma nova crise política latino-americana.
Até 2011, Chávez conseguiu expandir a influência da Venezuela na América Latina de duas maneiras, como explicam Carlos Romero, autor de Jugando con el globo: la política exterior de Hugo Chávez ('Brincando com o globo: a política exterior de Hugo Chávez', em tradução livre), e Francine Jácome, do Instituto Venezuelano de Estudos Sociais e Políticos (IVESP).
Primeiro, ele fez uso do que ficou conhecido como 'diplomacia do petróleo': a venda subsidiada de petróleo venezuelano a países menores da região, principalmente na América Central e Caribe, com o objetivo de conquistar o apoio político desses países.
Segundo, esteve à frente ou teve um protagonismo importante em uma série de inciativas políticas e esquemas de integração regional, tais como a Aliança Bolivariana para as Américas (Alba - um bloco de forte viés ideológico, liderado pela Venezuela) e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
Foi Chávez quem propôs o chamado Banco do Sul, o fundo monetário da Unasul, por exemplo. E ele também vinha se empenhando para levar adiante projetos como o Gasoduto do Sul e a criação da Petroamerica, uma união de petrolíferas estatais.
Por volta de 2010, houve até quem visse na Venezuela um potencial rival do Brasil na busca por uma liderança regional - embora autoridades brasileiras e venezuelanas negassem qualquer rivalidade.
Dificuldades
Para Jácome, porém, hoje há obstáculos importantes em ambas as linhas de ação externa venezuelanas.
'De um lado, a possibilidade de a Venezuela usar o petróleo como instrumento de política diplomática é cada vez menor em função da estagnação da produção (da estatal petrolífera PDVSA) e das incertezas em relação à economia do país', diz.
Em 2005, a PDVSA produzia 3,27 milhões de barris diários (mbd) de petróleo e sua meta era chegar aos 5,8 mbd em 2012. A meta foi mais tarde revista para 3,50 mbd. Mas em setembro, não passava dos 3,13 mbd - menos, portanto, que em 2005.
O PIB (Produto Interno Bruto) da Venezuela cresceu 5,5% em 2012, mas segundo Jácome tal expansão foi puxada por uma forte alta dos gastos do governo no período que antecedeu as eleições presidenciais de outubro.
Um aumento do déficit fiscal (que, segundo a consultoria Economática seria de 15%, maior que o de países em crise como Espanha, Portugal e Grécia) e a queda do nível das reservas do país indicariam limites na capacidade do governo manter esse ritmo de crescimento - e também em seu poder de atrair o apoio dos vizinhos com benesses econômicas.
Saída de Chávez
'Do outro lado, ainda que o presidente venezuelano tenha apontado como sucessor o (vice-presidente Nicolás) Maduro, que circula bem entre líderes estrangeiros por seu trabalho como chanceler, é difícil pensar que ele ou qualquer outra figura do governo tenha a mesma capacidade de liderança e avance com o mesmo empenho nessas iniciativas internacionais e em uma política externa expansiva', diz Jácome.
'Problemas econômicos e políticos internos devem manter qualquer um que venha a suceder Chávez com os olhos dentro da Venezuela, não fora.'
Para Carlos Romero, nos últimos anos alguns aliados de Caracas já têm procurado se afastar de posições de Chávez vistas como radicais - por exemplo, seu discurso antiamericano e anticapitalista e apoio a países como Líbia e Síria. Uma eventual saída de cena do atual presidente, portanto, apenas aceleraria esse processo de retração da liderança regional venezuelana.
Romero menciona os casos do presidente peruano, Ollanta Humala, e do salvadorenho Maurício Funes, que segundo ele procuraram evitar uma associação com o venezuelano em suas campanhas e após serem eleitos.
'No caso dos países relativamente pequenos, houve um esforço para diversificar a economia e reduzir qualquer dependência da ajuda e do petróleo venezuelanos', acredita Romero. 'Até Cuba hoje está aumentando o comércio com países como a China, Argélia, Vietnã e México, enquanto as trocas com a Venezuela permanecem estáveis.'
Transição política
No último ano, por causa das complicações geradas por um câncer na região pélvica, Chávez já não compareceu a nenhum encontro regional fora da Venezuela.
Em dezembro, o líder venezuelano foi a Cuba para submeter-se a sua quarta cirurgia, mas antes indicou Maduro como seu sucessor, caso sua saúde o impeça de assumir um novo mandato.
A posse do presidente, que desde então não aparece em público, está prevista para o dia 10 (quinta-feira). Mas a incerteza sobre sua capacidade de comparecer à cerimônia - ou governar depois disso - está gerando grande apreensão na Venezuela.
A oposição diz que, se Chávez não aparecer no dia 10, deve ser acionado o dispositivo constitucional que prevê que, caso o presidente não tome posse, o Parlamento precisa declarar sua ausência temporária e uma equipe médica deve avaliar se ele tem condições de governar.
Nesse cenário, a Presidência seria assumida interinamente pelo presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, e, havendo uma negativa da equipe médica, novas eleições seriam convocadas.
O governo, porém, defende que, como Chávez já era presidente, há uma 'continuidade' no governo, o que dispensaria a 'formalidade' da posse. No caso, não haveria eleições e Maduro assumiria caso Chávez não pudesse governar.
Envolvimento regional
Para Fernando Gerbasi, ex-embaixador da Venezuela no Brasil, hoje diretor da Área de Relações Internacionais do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Metropolitana, em Caracas, nesse segundo cenário, a oposição atuaria no sentido de tentar fazer a disputa escalar para uma crise de repercussões regionais, como a do Paraguai.
Gerbasi ressalta que líderes opositores já prometeram fazer protestos e enviar representantes a países estrangeiros para denunciar o que eles consideram que seria uma possível violação da Constituição venezuelana.
'Estamos nos preparando para recorrer a instâncias, países, embaixadas e organizações para que eles saibam que estão desrespeitando a Constituição (venezuelana)', disse o deputado opositor Júlio Borges à TV Globovisión.
Para Gerbasi, países como México, Brasil, Chile, Honduras e Panamá são possíveis alvos para a campanha da oposição. Outros como Bolívia, Argentina e Equador são aliados tradicionais do governo venezuelano e provavelmente se alinhariam com as decisões de Caracas.
'Esse cenário de crise é o mais drástico, mas nesse momento nada pode ser descartado', diz o ex-diplomata.