segunda-feira, 8 de junho de 2015

Marcha Para Jesus 2015 reúne milhares de pessoas em Manaus

Evento termina com celebração no Sambódromo da capital. Marcha conta com apresentações de cantores gospel.

Do G1 AM
Evento iniciou na tarde deste sábado, no Centro de Manaus (Foto: Luis Henrique/G1 AM )Evento iniciou na tarde deste sábado, no Centro de Manaus (Foto: Luis Henrique/G1 AM )

Ruas e avenidas de Manaus foram tomadas por milhares de pessoas durante a Marcha Para Jesus 2015, na tarde deste sábado (6). Após a concentração na Rua Ferreira Pena, em frente à Praça da Saudade, os fiéis iniciaram uma caminhada em direção ao Sambódromo, na Zona Centro-Oeste. Ao todo, 17 trios elétricos acompanharam o público.

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sábado, 18 de abril de 2015

Dilma homologará terras indígenas no Pará e no Amazonas na segunda-feira

Agência Brasil
Três terras indígenas na Região Norte serão homologadas na segunda-feira (20) pelo governo federal.  Arara da Volta Grande do Xingu, no Pará, e as terras Mapari e Setemã, no Amazonas, somam um total de  232,5 mil hectares que atenderão a quatro etnias nos estados. O decreto será assinado pela presidenta Dilma Rousseff. O anúncio foi feito por meio de nota da Presidência da República. Segundo a nota, nessa semana "o governo federal recebeu representantes da Articulação Nacional dos Povos Indígenas e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, reafirmou o compromisso com os direitos dos  povos indígenas”. Além da homologação, a nota informa que na quarta-feira (22) o Ministério do Planejamento deve publicar a autorização para a realização de concurso com 220 vagas para o cargo de agentes da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Tags: Amazonas, dilma, Indio, planejamento, terras

domingo, 5 de abril de 2015

Missa de Páscoa reúne fiéis na Catedral Metropolitana de Manaus

Padre Charles Cunha da Silva enfatizou a importância de celebrar a vida.
Fiéis se inspiram na ressurreição de Cristo para superar obstáculos.

Sérgio RodriguesDo G1 AM
Fiéis lotam catedral de Manaus (Foto: Sérgio Victor/G1 AM)Fiéis lotam catedral de Manaus (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)
Centenas de fiéis se reuniram neste domingo (5) para celebrar a Páscoa na Catedral Metropolitana de Manaus, a Igreja da Matriz, localizada no Centro da cidade. A missa celebra a ressurreição de Cristo e a renovação da fé cristã.
A primeira celebração foi realizada pelo arcebispo da capital, Dom Sérgio Castriani, às 7h30. O padre Charles Cunha da Silva foi quem recebeu as famílias em seguida, às 10h. Segundo o pároco, os fiéis lotam a catedral porque acreditam na superação das dificuldades por meio da fé.
"Viemos para celebrar um Deus vivo que age em nosso meio, dando certeza de que nossa fé não é em vã. Esse é o motivo desta multidão estar aqui hoje, para celebrar a vitória da vida sobre a morte", disse o padre ao G1.
Fiéis lotaram a Catedral Metropolitana de Manaus durante a missa do Domingo de Páscoa (Foto: Sérgio Victor/G1 AM)Fiéis lotaram Catedral durante missa do de Páscoa
(Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)
Durante a homília, o padre Charles Cunha enfatizou que a Páscoa não pode ser celebrada apenas no mês de abril, mas a cada momento em que os fiéis conseguem superar as adversidades cotidianas. Em um dos momentos da celebração, o padre convidou as famílias a cantarem a música "O que é, O que é?", do compositor Gonzaguinha. "Viver e não ter a vergonha de ser feliz, porque a Páscoa também é vida", discursou o padre.

O agente de portaria Leandro Ribeiro, 31 anos, participa da missa na Catedral com frequência. Ele afirmou que a data significa a busca pela fé. "As sessões lotam, pois os fiéis se inspiram na história de Cristo para superar seus próprios obstáculos", disse.

A aposentada Maria Gonçalves, 65, assistiu à celebração acompanhada da família, e se emocionou durante a missa. "A ressurreição de Cristo tem um significado muito bonito e ver as pessoas celebrando é muito emocionante. A fé cristã é muito forte".

A última missa a ser celebrada na Catedral Metropolitana acontece às 18h.
Fiéis lotam catedral de Manaus (Foto: Sérgio Victor/G1 AM)Missa festejou a ressurreição de Cristo (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Animais em Extinção na Floresta Amazônica

São inúmeros animais que apresentam risco de extinção na Floresta Amazônica, o que demostra, essencialmente, os problemas ecológicos que desestabilizam o ecossistema e infelizmente, cresce a cada ano.



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http://www.todamateria.com.br/animais-em-extincao-na-floresta-amazonica/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ÁREAS ÚMIDAS SÃO ESSENCIAS PARA A BIODIVERSIDADE

© Todos os direitos reservados. Fotos: Miguel Von Behr, Acervo Rebio Arvoredo, Josângela Jesus
Lorene Lima
lorene.cunha@icmbio.gov.br
Brasília (02/02/2015) – No dia 2 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial das Áreas Úmidas, ecossistemas fundamentais para a fauna, a flora e para o bem-estar da humanidade. Situadas entre a água e o solo, as zonas úmidas regulam o regime de águas em extensas regiões, que funcionam como fonte de biodiversidade em todos os níveis. São importantes para a economia, cultura e recreação.
As áreas úmidas englobam de áreas marinhas e costeiras até as continentais e as artificiais. No Brasil, existem vários tipos de áreas úmidas: manguezais, campos alagáveis, praias, veredas, várzeas amazônicas, igapós, campinarana e pantanal. Há ainda, as áreas irrigadas para agricultura, reservatórios de hidrelétricas etc.
A importância das áreas úmidas
As áreas úmidas são importantes para a biodiversidade porque abrigam variadas espécies endêmicas, ou seja, formas de vida que só vivem em um lugar específico. Essas regiões são essenciais para os anfíbios, répteis e para as aves migratórias, que dependem desses locais para reprodução e migração.
Fazem parte do ciclo de reprodução da maioria dos peixes comerciais consumidos pelo homem e ajudam no reabastecimento de aquíferos, fontes de água doce para a humanidade. Além disso, cumprem um papel vital no processo de adaptação e redução das mudanças climáticas, já que muitos desses ambientes retiram grandes quantidades de carbono do ar.
O manejo sustentável das áreas úmidas também fornece madeira para construção, extração de óleo, plantas medicinais, troncos e folhas para tecelagem e alimentos para animais.
Convenção internacional
Para promover ações de conservação e o uso racional desses ecossistemas, foi estabelecido a Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecido como Convenção de Ramsar, cidade iraniana onde foi assinada, em 1971. Atualmente, 150 países são signatários do tratado, incluindo o Brasil. A Convenção motivou as ações internacionais para a conservação e o uso sustentável das áreas úmidas e de seus recursos naturais.
Saiba mais sobre a Convenção de Ramsar
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O Dia Mundial das Áreas Úmidas foi instituído pelo Comitê Permanente da Convenção de Ramsar, em 1997.Homenageia a data em que ocorreu a Convenção, 02/02, e serve de alerta quanto à importância desses ecossistemas e a necessidade de protegê-los.
Saiba mais sobre o Dia Mundial das Áreas Úmidas
Sítios Ramsar
Na Convenção de Ramsar foram classificadas as áreas úmidas de importância mundial, denominados Sítios Ramsar. Os sítios são reconhecidos por suas características, biodiversidade e importância estratégica para as populações locais.
Desde que o Brasil assinou o tratado, em 1993, promoveu a inclusão de doze zonas úmidas à Lista de Ramsar. Através do tratado, o país assumiu o compromisso de manter suas características ecológicas. As zonas incluídas à Lista proporciona ao país apoio para o desenvolvimento de pesquisas, o acesso a fundos internacionais para o financiamento de projetos e a criação de um cenário favorável à cooperação internacional.
O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, UC gerida pelo ICMBio localizada em Caravelas (BA), foi reconhecido como Sítio Ramsar em 2010, faz parte do complexo recifal dos Abrolhos, na costa do sul da Bahia. Esse complexo inclui recifes de coral, banco de algas, manguezais, praias e restingas. A Unidade de Conservação é um importante berçário de peixes.
Saiba mais sobre os Sítios Ramsar
Brasil, exemplo de conservação
O Brasil possui a maior faixa contínua de manguezais do planeta. Esta área abrange a costa nordeste do Pará e o noroeste do Maranhão. Em 2014, o país avançou na proteção dos manguezais da região, com a criação de três reservas extrativistas no litoral paraense: Cuiarana, Mestre Lucindo e Mocapajuba e ampliação da Reserva Marinha de Araí-Peroba.
"Essa faixa de manguezais já contava com a existência de nove reservas extrativistas, que juntas contavam com 398 mil hectares. Agora, com o incremento de novas áreas, o total passou para 520 mil hectares protegidos na região",afirmou o diretor de ações socioambientais e consolidação territorial em Unidades de Conservação (UCs), João Arnaldo Novaes.
Os manguezais são os ecossistemas com maior produtividade e biodiversidade do planeta. São berçários naturais para aves, peixes, moluscos e crustáceos, além de servirem de abrigo e local de alimentação.
Os avanços alcançados em torno desses ecossistemas foram impulsionados pelo Projeto Manguezais do Brasil, que é executado pelo ICMBio e conta com recursos do Global Environment Facility (GEF). "Com o projeto, é possível testar abordagens inovadoras de manejo em áreas protegidas, gerando resultados positivos que permitam a replicação das lições aprendidas para outras ações de conservação dos manguezais em outras regiões", destacou a coordenadora do projeto, Adriana leão.
Saiba mais sobre o Projeto Manguezais do Brasil
Ajude a conservar
Para ser um aliado na conservação das áreas úmidas, cada pessoa pode adotar medidas simples como orientar amigos e familiares a respeito da importância desses ambientes e organizar uma limpeza nessas regiões, pois em meios urbanos, algumas áreas úmidas acabam se tornando depósito de lixo.
Saiba como colaborar para a conservação das áreas úmidas
postado por Blog do Paim @ 06:31

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Bioma Amazônico


Bioma Amazônico
Este bioma chega ocupar uma área de 4.196.943 Km², que corresponde mais de 40% do território nacional e é constituída principalmente por uma floresta tropical. A Amazônia passa pelos territórios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, e parte do território do Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins. A Amazônia é formada por distintos ecossistemas como florestas densas de terra firme, florestas estacionais, florestas de igapó, campos alagados, várzeas, savanas, refúgios montanhosos e formações pioneiras.

Mesmo sendo o nosso bioma mais preservado, cerca de 16% de sua área já foi devastada, o que equivale a duas vezes e meia a área do estado de São Paulo.

O desmatamento, as queimadas, a garimpagem, o agropastoreio e a biopirataria representam os principais problemas ambientais enfrentados pelo bioma amazônico. O conjunto formado por essas ações devastadoras é responsável por graves mudanças climáticas em todo o planeta, como o aquecimento global.

Amazônia é considerada  um grande “resfriador” atmosférico e como maior abrigo da biodiversidade do mundo, algumas  pesquisas indicam que na Amazônia existem cerca de trinta milhões de espécies animais.

 

Fauna

 Macaco guariba. Foto: CPB/Ibama
Macaco guariba. Foto: CPB/Ibama
Pesquisas indicam que na Amazônia existem cerca de trinta milhões de espécies animais. Dá para acreditar? E isso porque nem todas as espécies foram encontradas e estudadas pelos cientistas. Lá existem alguns animais que ainda são desconhecidos pelos homens.
Bom, mas uma coisa é certa: são muitos animais convivendo neste 
grande ecossistema. Talvez os mais famosos deles sejam os macacos. Eles são numerosos: coatás, guaribas, barrigudos...  Uma infinidade de primatas pode ser encontrada nos galhos das árvores amazônicas. Além deles existem outros mamíferos característicos da região. São mamíferos terrestres, como onças, tamanduás, esquilos, e mamíferos aquáticos, como peixes-boi e botos.
Os répteis também têm território garantido. Em um passeio pela região podem ser vistos lagartos, jacarés, tartarugas e serpentes. Entre os anfíbios, existem variados tipos de rãs, sapos e pererecas. Uma grande coleção de peixes é outro fato digno de nota: nas águas amazônicas estão 85% das espécies de peixes de toda a América do Sul. Todos os anos milhares deles migram tentando encontrar locais adequados para reprodução e desova. É o que se chama Piracema.
Foto: Wikipedia
Foto: Wikipedia
Outros seres ainda menores têm grande importância no equilíbrio deste ecossistema: os insetos. Eles são
Na terra, na água e no ar. Há grande variedade também de aves na floresta. Araras,  papagaios, periquitos e numerosos. Besouros, formigas, mariposas e vespas fazem parte do grupo que é maioria na fauna amazônica.
 tucanos colorem as copas das árvores. Mais de mil espécies de aves já foram catalogadas.






Vegetação
A vegetação divide-se em três categorias: matas de terra firme, matas de várzea e matas de igapó.
Foto: Phil P. Harris. Wikipedia
Foto: Phil P. Harris. Wikipedia
Bioma Amazônico
As matas de terra firme são aquelas que estão em regiões mais altas e por este motivo não são inundadas pelos rios. Nelas estão árvores de grande porte, como a castanheira-do-pará e a palmeira.
As matas de várzea são as que sofrem com inundações em determinados períodos do ano. Na parte mais elevada desse tipo de mata, o tempo de inundação é curto e a vegetação é parecida com a das matas de terra firme. Nas regiões planas, que permanecem inundadas por mais tempo, a vegetação é semelhante a das matas de igapó.
 Vitórias - régias. Foto: Emerson Santana Pardo. Wikipedia
Vitórias - régias. Foto: Emerson Santana Pardo. Wikipedia
Ops, mas a gente ainda não falou das matas de igapó...
As matas de igapó são as que estão situadas em terrenos mais baixos. Estão quase sempre inundadas. Nelas a vegetação é baixa: arbustos, cipós e musgos são exemplos de plantas comuns nestas áreas. É nas matas de igapó que encontramos a vitória-régia, um dos símbolos da Amazônia.
Solo
O solo da floresta amazônica é em geral bastante arenoso. Possui uma fina camada de nutrientes que se forma a partir da decomposição de folhas, frutos e animais mortos. Esta camada é rica em húmus, matéria orgânica muito importante para algumas espécies de plantas da região. 
Em áreas desmatadas, as fortes chuvas "lavam" o solo, carregando seus nutrientes. É o chamado processo de lixiviação, que deixa os solos amazônicos ainda mais pobres. Apenas 14% de todo o território pode ser considerado fértil para a agricultura.
Mas se apenas essa pequena parte é fértil, como existem tantas árvores? Aqui está um dos pontos essenciais para o equilíbrio do ecossistema.
Neste processo a camada de húmus tem um papel fundamental. Além disso, os poucos nutrientes presentes no solo são rapidamente absorvidos pelas raízes das árvores, e estas plantas, por sua vez, tornam a liberar nutrientes para enriquecimento do solo. Trata-se de uma constante reciclagem de nutrientes.


Pico da Neblina. Foto: Wikipedia
Pico da Neblina. Foto: Wikipedia
Relevo
Compõem o bioma Amazônia planícies (terrenos com pouca variação de altitude), depressões (tipo de relevo aplainado, onde são encontradas colinas baixas) e planaltos (terrenos com superfície elevada).
As planícies são constantemente inundadas pela água dos rios. Na região de planaltos existem algumas serras, como as de Taperapecó, Imeri e Parima.  Ficam na Amazônia as formações de relevo mais baixa  - planície Amazônica - e mais alta - plana

Água

lto das Guianas - do país. É nesse planalto que se encontra o Pico da Neblina, ponto mais alto do Brasil, com cerca de 3.015 metros. 
A água é um importante componente em um ecossistema. Isto porque a água é fundamental para a vida. No caso da floresta amazônica, a água doce é abundante: trata-se da maior bacia hidrográfica do planeta. Seu principal rio é o Amazon
as, que possui mais de mil afluentes (rios menores que nele deságuam), é o mais largo do mundo e grande responsável pelo desenvolvimento da floresta.
Os rios influenciam a vida dos animais e, como você já viu, a vegetação do lugar. De forma geral, são classificados em três tipos: rios de águas barrentas, de águas claras e águas pretas.

 Rio Amazonas. Foto: br.geocities.com
Rio Amazonas. Foto: br.geocities.com
A coloração da água varia de acordo com determinadas substâncias que podem ser encontradas nos rios. Os chamados rios de águas barrentas, como o Madeira e o próprio Amazonas, têm a cor da água modificada por serem ricos em sedimentos e nutrientes. Os de águas claras, como o Xingu, o Tapajós e o Trombetas possuem muitos trechos de corredeiras e cachoeiras. Estes rios não banham tantos terrenos ricos em nutrientes como os de água barrenta. Desta forma apresentam água mais cristalina.
Por fim, os rios de águas pretas são assim denominados por nascerem em terrenos de planície e carregarem a areia e o húmus que caracterizam o solo de tais terrenos. O húmus é o grande responsável pela cor escura das águas. O mais conhecido ri
o amazônico de aguas pretas é o rio Negro.
Clima
Na região amazônica chove bastante e a temperatura é elevada, normalmente variando entre 22ºC e 28ºC. É o chamado clima equatorial úmido, que caracteriza algumas áreas próximas à linha do Equador. E como o clima interfere? Pelo que vim
os até aqui, você já deve imaginar alguma forma... Por exemplo: de acordo com a intensidade das chuvas sobe o nível dos rios; com o aumento do nível dos rios algumas áreas podem ser alagadas e, uma vez alagadas, essas áreas podem ser mais ou menos adequadas à vida de determinados vegetais e animais.

Onça Pintada. Foto: Wilipedia
Onça Pintada. Foto: Wikipedia


Fatores como o clima, relevo, solo e á
gua interferem na vida de animais e vegetais. Não foi isso que vimos ser a definição de um ecossistema?  A relação entre seres vivos e não vivos em uma região? Pois é, quando falamos da Amazônia existe ainda uma outra relação que está colocando em risco o equilíbrio do ecossistema. A relação entre os homens e a floresta. Vamos saber um pouco mais sobre esta relação e seus efeitos.
Fontes de informação:
Ibama
MRE

LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, Fernando. Biologia Hoje - Vol 3. São Paulo: ed. Ática, 1998.
Consultoria: Vânia Rocha, bióloga / Museu da Vida (Fiocruz).

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